A investigação começou em 2020, depois da operação Apneuse, que apurou sobrepreços em processos licitatórios da prefeitura de Japeri. Segundo a PF, três empresas teriam agido em conluio para direcionar uma licitação no valor de R$ 2 milhões.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

A Polícia Federal (PF) fez nesta terça-feira uma operação contra suspeitos de fraudar licitações para a compra de kits de teste rápido de detecção de covid-19 no estado do Rio de Janeiro. A operação Reativo cumpriu 26 mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Federal de São João de Meriti.

Mandados são cumpridos em sete cidades do Estado do Rio

A PF não divulgou os municípios onde ocorreu a fraude, mas informou que está cumprindo mandados em sete cidades: Rio de Janeiro, Japeri, Laje de Muriaé, Nilópolis, São João de Meriti, Nova Iguaçu e Mesquita.

Operação Apneuse

A investigação começou em 2020, depois da operação Apneuse, que apurou sobrepreços em processos licitatórios da prefeitura de Japeri. Segundo a PF, três empresas teriam agido em conluio para direcionar uma licitação no valor de R$ 2 milhões.

A Polícia Federal também constatou que essas empresas estão vinculadas a processos licitatórios em várias cidades do Estado do Rio.

A prefeitura de Japeri informou que os contratos investigados são da gestão passada e que está colaborando com as buscas da PF.

Furto e receptação

Agentes da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), com apoio de outras unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), realizaram mais uma ação de combate ao furto e receptação de equipamentos utilizados por concessionárias de serviços públicos, na segunda-feira.

As equipes fiscalizaram estabelecimentos na capital e na Baixada Fluminense para apurar a procedência dos materiais comercializados e verificar regularidades administrativas e ambientais.

Durante a operação, foram apreendidos mais de 200 quilos de cobre provenientes da subtração de cabos de concessionárias. Dois comerciantes foram presos em flagrante por receptação qualificada e outros 11 foram autuados por crime ambiental, já que não tinham o licenciamento necessário para a prática.

Milícia

Policiais civis da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) prenderam em flagrante, no sábado, cinco pessoas ligadas à milícia, que exploravam a cobrança de estacionamento em praias da Zona Oeste do Rio. Os criminosos já vinham sendo monitorados pela equipe da delegacia.

Segundo as investigações, que começaram após um registro de extorsão realizado na 42ª DP, o grupo dominava a orla no trecho entre a Prainha e a Barra de Guaratiba, cobrando taxas aos banhistas que desejavam estacionar seus veículos em via pública. Os valores cobrados variavam conforme o local, indo de R$ 10,00 a R$ 50,00.

Os policiais percorreram a orla e observaram a atuação dos criminosos. Eles foram abordados e capturados na Praia de Grumari. Conduzidos à delegacia, eles confirmaram que são obrigados a pagar taxas para a milícia para poderem trabalhar na região.

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