Policiais civis prenderam em flagrante, dois homens acusados por tráfico de drogas e associação para o tráfico, em Petrópolis, na Região Serrana. Eles foram localizados enquanto os agentes do Núcleo de Entorpecentes da delegacia.

Por Redação, com ACS – de Rio de Janeiro

Policiais civis da 106ª DP (Itaipava) prenderam em flagrante, no domingo, dois homens acusados por tráfico de drogas e associação para o tráfico, em Petrópolis, na Região Serrana. Eles foram localizados enquanto os agentes do Núcleo de Entorpecentes da delegacia, em conjunto com policiais militares, realizavam diligência em uma localidade de Itaipava.

Traficantes são presos em flagrante

Com eles, foram encontrados 77 pinos de cocaína, 10 tabletes de maconha e R$ 110 em notas diversas. No momento da prisão, os nacionais não ofereceram resistência, sendo conduzidos à delegacia para os procedimentos de praxe.

Furto

Uma mulher acusada de furto foi presa em flagrante, no sábado, por policiais civis da 21ª DP (Bonsucesso). A captura aconteceu no interior de uma loja de construção e decoração no bairro Cachambi, na Zona Norte do Rio. Com ela, foram recuperados cerca de 400 metros de fiação sem nota fiscal. O produto é avaliado em R$ 2,5 mil.

De acordo com agentes, a mulher confirmou a acusação e disse ter sido ajudada por um casal, que fugiu do local do fato. A acusada possui anotação criminal pelo mesmo tipo de delito.

Golpe

Policiais civis da 125ª DP (São Pedro da Aldeia) prenderam em flagrante, no sábado, dois homens acusados de estelionato. Eles foram capturados em um clube, naquela cidade, onde faziam inscrições de dezenas de pessoas em um falso curso profissionalizante de operador de máquinas pesadas. Inicialmente, eles ofereciam uma capacitação gratuita. No entanto, após apresentação do método, cobravam uma taxa entre R$ 750 e R$ 1.500, de acordo com a forma de pagamento.

As investigações apontam que o golpe consiste no recrutamento de interessados via redes sociais. O valor pago na inscrição era, supostamente, para a manutenção e suporte pedagógico por uma segunda empresa. As aulas seriam ministradas em plataforma de ensino a distância, com a promessa de que, ao final do curso teórico, os alunos teriam aulas práticas. O dinheiro, na verdade, era repassado a um terceiro estabelecimento. Todas as empresas envolvidas têm sede no estado de São Paulo.

Segundo os policiais, em um site de reclamação na internet, verificou-se que cerca de 40 pessoas foram vítimas do esquema criminoso no país. Porém, estima-se que o número real seja ainda maior. Elas alegam nunca terem concluído o curso por diferentes motivos, desde o não recebimento de login da plataforma on-line, como a não realização das aulas práticas conforme prometido pelos golpistas.

Ainda de acordo com os agentes, as capacitações eram oferecidas por um valor bem abaixo do praticado no mercado para atrair as vítimas, o que caracteriza ainda mais a fraude. A linha inicial de investigação prevê a existência de um sistema criminoso de venda de falsos cursos por essas empresas em todo o Brasil.

Cambistas

Policiais civis da 17ª DP (São Cristóvão), com apoio de agentes  da Delegacia do Consumidor (Decon), deflagram, na semana passada, a Operação Tessera para coibir a venda irregular de ingressos do BioParque do Rio, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão. Na ação, 18 cambistas foram presos em flagrante pelos crimes contra a economia popular e associação criminosa.

De acordo com as investigações, o grupo adquiria grande quantidade dos tíquetes com antecedência, principalmente os de fim de semana. Com o esgotamento dos ingressos, os visitantes compravam as entradas com eles, por valores superiores aos ofertados pelo site oficial do espaço.

Durante as diligências, policiais atuaram infiltrados, gravando imagens da atuação dos criminosos. Os agentes verificaram que a quadrilha atuava no entorno do BioParque de forma orquestrada e coordenada. Parte do grupo possui, inclusive, anotações criminais pela prática do mesmo delito.

As investigações seguem em andamento para apurar a forma como os ingressos eram adquiridos pelo bando e para identificar outros envolvidos no esquema criminoso.

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