Jornal de Bairros – Zona Sul e Grande Tijuca

SEXO – QUANDO A RAPIDINHA NÃO É ESCOLHA

Muitos são os homens que têm como início da atividade sexual, algo apressado, clandestino e, por tanto, rápido. Sem aprender a exercer a sexualidade de uma forma mais relaxada, depois de burro velhos repetem o padrão aprendido de um desempenho que deve ser sempre breve.

Embora comum no início da vida de muitos homens, a constância do descontrole ejaculatório compromete a vida sexual de inúmeros casais. A vida deles, por se sentirem inferiores e inseguros, a delas por se sentirem como se estivessem com o seu prazer sexual roubado e a do casal por estarem impossibilitados de expressarem uma sexualidade plena. Faz parte da sexualidade do casal, a possibilidade de abordar sua expressão sexual. Assim, durante o tratamento, a participação da parceira é de vital importância na solução da questão. 

Há quem afirme que as mudanças de atitude feminina perante o sexo e as exigências relacionadas ao corpo do homem (mito do pênis pequeno, necessidade do corpo atlético), aumentaram o nível de ansiedade, de cobrança e de tensão.

De causa orgânicas (ainda que presentes na minoria dos casos, é necessário uma avaliação médica para avaliar esse critério) ou psicogênicas, há diversas opções de tratamentos e somente um profissional qualificado está habilitado para indicar a melhor opção. Mas, já adianto que técnicas folclóricas ou caseiras, além de não apresentarem resultados, agravam o caso. Na verdade, o processo não é simples a ponto de ser resolvido só com medicamento e a conseqüência de um quadro como esse não tratado pode provocar falta de desejo sexual e mesmo disfunção erétil. Portanto, para solucionar de verdade (e tem solução), procure um profisisonal. Dra. Ana Paula Veiga

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