Jornal de Bairros – Zona Sul e Grande Tijuca

MEMÓRIA DO ESPORTE – A ERA DE OURO DO BASQUETE

Esta coluna tem a honrta de relembrar a era de ouro do basquete masculino do Brasil.

As novas gerações se acostumaram a ver a seleção como coadjuvante nas competições internacionais, porém, nos anos 1950 e 60 o Brasil era uma das maiores potências mundiais do esporte.

Ausente dos jogos olímpicos desde a edição de Atlanta, em 1996, a seleção conquistou posteriormente vaga para os jogos, até mostrando significativa melhora, mas ainda está longe de deixar o Brasil como potência no esporte, como foi há muitos anos.

Em 1959, no Campeonato Mundial de Basquete realizado no Chile, o Brasil levantou o troféu deixando para trás os favoritos estadunidenses e soviéticos. Os destaques da conquista foram Wlamir Marques e Amauri Passos.

Em 1963, o Mundial foi realizado no Brasil, a base da seleção era a mesma e o país conquistou o bi em jogo realizado no Maracanãzinho. Novamente a seleção de Wlamir e Amauri desbancou os antigos favoritos e levantou novamente o troféu.

A era de ouro do basquete masculino ainda proporcionou ao país as medalhas de bronze nos jogos olímpicos de Roma (1960) e de Tóquio (1964).

Fica nossa torcida para que em breve o Brasil possa escrever novamente uma história dourada no esporte. Voltar a ganhar títulos é um sonho, mas com organização e união dos atletas o país pode novamente se estruturar e melhorar para, quem sabe, num futuro próximo alcançar de novo os saudosos e expressivos resultados dos anos 1950 e 60, que enxeram de orgulho a torcida brasileira.

É muito bom ter estratégia se você está pensando em fugir de um engarrafamento, mas se você quer entrar na vida de alguém, dividir a sua com outra pessoa, o conselho é que se possa ser você, ainda que não seja a pessoa mais interessante do mundo. Ufa! Alívio e conforto não fazem mal a ninguém. Inventar um personagem, demonstrar o que não quer fazer, é mais do que cansativo, é infantil, superficial e sem garantias. Podem acreditar, aquela estória de “coma tudo que ganha a sobremesa” perdeu a validade quando você completou uns 7 anos. Dra. Ana Paula Veiga

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