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O Verdadeiro Espírio do Natal

Dia 25 de dezembro, dia de Natal, nascimento de Jesus Cristo. Dia em que todos se confraternizam, e são oferecidos presentes entre familiares e amigos, além de serem preparadas ceias com variados e apetitosos quitutes.

Os mais abastados procuram objetos e os compram e, com satisfação e alegria, afagam parentes e conhecidos com mimos valiosos. Os mais pobres, porém, com muito sacrifício e tristeza, pouco têm em suas mesas. Às vezes nem mesmo o mais barato dos presentes podem comprar para oferecer aos seus filhos.

Algumas pessoas, com gesto magnânimo, promovem doações de gêneros alimentícios, de peças de vestuário e até de brinquedos para os menos favorecidos, pessoalmente, ou através de instituições religiosas de diferentes credos, que promovem essa distribuição.    
Contudo, o verdadeiro espírito de Natal deveria perdurar durante todos os 365 dias de cada ano, fazendo com que a solidariedade, o carinho e o amor ao próximo viessem a se tornar a tônica da existência humana. E não somente no dia 25 de dezembro.   
   
Como seria bom se os mais aquinhoados pela sorte e pela vida distribuíssem o excesso de suas mesas para aqueles que nada têm para comer. Como seria bom, se não existissem moradores de rua, que se abrigam sob pontes e marquises, expostos ao tempo, e passando frio, fome e sede, entregues à própria sorte, à mercê da caridade pública ou em busca de restos de comida encontrados muitas das vezes em latões de lixo. Como seria bom, enfim, se todas as pessoas tivessem oportunidade de trabalho e condições que permitissem se alimentar condignamente todos os dias, e não somente através de doações recebidas.

Poucos se lembram no dia de Natal daqueles que estão abandonados em hospitais, orfanatos e asilos. O calor humano representado por uma simples visita a uma dessas pessoas, com um gesto de carinho e uma palavra amiga vale mais do que qualquer presente material que porventura venha a ser dado. Quantos velhinhos e crianças internados, muitas esquecidos, gostariam de passar uma noite de Natal verdadeiramente em um lar?  

Embora sendo minoria existem famílias que através de um elevado gesto de nobreza e de bondade recebem crianças órfãs em suas residências, proporcionando a elas uma noite alegre e um  pouco de felicidade.

Ana Duarte, moradora da Tijuca, afirma que “Independentemente de qual seja a crença religiosa de cada um, todos deveriam lembrar-se na noite de Natal da figura de Jesus, que, em verdade, é o importante aniversariante do dia, e assim, elevar seu pensamento para uma reflexão, recordando sua figura humilde e bondosa e, assim, espelhando-se nela, promover a caridade”.

 

 


 
 
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