Jornal Com Distribuição Mensal nas Zonas Norte (Tijuca - Vila Isabel - Grajaú - Andaraí) e Sul (Botafogo - Urca - Humaitá) do Rio de Janeiro
 
 
 home / página incial
 siga o correio carioca no twitter
 correio carioca no facebook
 
LAZER - DIVERSÃO GRÁTIS

Além das diversas atrações, Parque Lage torna o clima das proximidades mais agradável.

Situado em ponto nobre da cidade, entre o morro do Corcovado e a rua Jardim Botânico, próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas, está um dos maiores e principais espaços turísticos e de culto à natureza da cidade do Rio de Janeiro, o Parque Henrique Lage, popularmente chamado de Parque Lage.


Quem transita diariamente pela rua Jardim Botânico, especialmente no verão intenso, sabe que a passagem em frente ao parque significa um refresco do calor, como se ali fosse na verdade um corredor equipado com um enorme ar-refrigerado natural. E não é exagero algum, pois são aproximadamente 93,5 mil metros quadrados de puro verde, com incontáveis árvores e plantas de diversos tamanhos e espécies, além de monumentos históricos, lagos artificiais, cachoeiras e fauna diversificada.


O termo que resume bem a importância do local foi dito por um frequentador, o ambientalista aposentado Manoel Buenno. “É o pulmão da zona sul. Neste trecho entre o Humaitá e o Jóquei, para cá da Lagoa, parece que estamos em outra cidade. Acho que nem o Jardim Botânico é mais gostoso”, afirma, fazendo questão de citar que visita o Parque há mais de 30 anos. “Eu venho aqui desde 1972, sabe o que é isso? Conheço muito isso aqui. Quando era mais novo, me embrenhava nestas matas pelas trilhas. Hoje venho mais sossegado, para trazer meu neto e aproveitar essa paz”, encerra.


O Parque Lage tem características florestais. A entrada principal leva o visitante direto a uma construção que serviu de moradia para os antigos proprietários, em estilo eclético. Ali, hoje, funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com diversos cursos, alguns gratuitos, outros com um valor muito convidativo. Vale à pena visitar sua página na internet em: http://eavparquelage.rj.gov.br:


Logo à direita há um espaço com cadeiras e mesas em pedra, onde famílias se reúnem para fazer piqueniques. Dentre os principais atrativos estão o aquário em forma de gruta, construído artisticamente em argamassa, que imita rochas e troncos, assim como os bancos e as pontes em volta. Seguindo os caminhos do parque, chega-se ao alto, no famoso Lago dos Patos, um recanto lindíssimo com mirante, abastecido pela água de uma cachoeira que pode ser vista mais de perto subindo as escadas ou as trilhas que a margeiam.


As crianças também se divertem, existem brinquedos como escorregas e balanços para brincarem enquanto os casais namoram junto ao belo chafariz.


HISTÓRIA
Planejado para ser residência de Rodrigo de Freitas, dez anos mais tarde este vendeu o terreno a Antônio Martins Lage, que o deixou de herança a seu filho Henrique Lage, hoje, nome do parque. Mais tarde, foi desapropriado por decreto.
O projeto foi elaborado pelo paisagista inglês John Tyndale. Henrique substituiu esta casa por imponente mansão possuidora de pátio com piscina, pórtico saliente na fachada principal e revestimento de cantaria, a qual até hoje se mantém de pé.









 
 
« veja matérias sobre o Rio de Janeiro, Esportes, Turismo, Saúde entre outros temas.
 
 
 
 
© Correio Carioca   -   Expediente   -   Política de Privacidade   -   Anuncie   -  Fale Conosco